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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Autoretrato Desyrre


Ela (eu) sempre renascemos!




A conquista da Felicidade





Proposta de atividade vinculada à disciplina Semântica e Pragmática realizada pela aluna Desyrrê Curtarello da Silva com orientação da professora Deborah Gomes de Paula e sob a coordenação da professora Joana Ormundo do curso de letras- campus Vergueiro da Universidade Paulista- Unip/ SP.

domingo, 15 de novembro de 2015

Autoretrato - Marina Correia Dantas

Eu


Nos livros me encontrei
Nos livros me criei
Nos livros eu chorei
Nos livros imaginei

Foram muitos os que não li
Serão muitos ainda a serem lidos
Muitos a serem escritos
Talvez até o meu terá nascido

Minha imaginação me confunde
Me leva para mundos e me esquece
Me deixa navegar sem um rumo
Não que exista um caminho que volte

Será que um dia, cansada e deprimida
Ainda consiga lembrar de todos
Cada trama cada plano?
Deixarei a resposta para o futuro
Pois, agora, ganhei mais um pedaço deste mundo estranho.


Diário de Leitura - A Conquista da Felicidade
Tema: 1 - O que torna as pessoas infelizes?

1. Quando começar a ler um livro?
2. Então sou infeliz, e agora?
3. Pecando
4. Espelho, espelho meu
5. Heil Hitler!

 Acadêmico - Proposta de atividade vinculada à disciplina Semântica e Pragmática,    realizado em 2015 pela aluna Marina Correia Dantas com orientação da Professora Deborah Domes de Paula, sob a coordenação da Professora Joana Ormundo. Curso de Letras - Bacharelado - Campus Vergueiro - Universidade Paulista - São Paulo.

1. Quando começar a ler um livro?


Pergunta difícil. Enquanto olho para a capa roxa de meu livro, tento pensar em como ler este livro. As vezes parece muito fácil, apenas abrir o livro na primeira pagina onde começa a história e seguir em frente.

Ou posso querer prestar atenção aos detalhes, o prefacio, o índice, qual é a editora. Um livro não é um elemento sozinho, existem muitas etapas até termos um livro em mãos.

A primeira coisa que noto é o título da obra que estudamos: Conquista da Felicidade. Será que este livro me ensina a ser feliz? Será que vai me levar a acreditar que já sou feliz e não sabia? Será que ele fala sobre o que nos leva a felicidade. Abro o livro e procuro meu capítulo: 1. O que torna as pessoas infelizes?

Para descobrir terei que começar a ler.

2. Então sou infeliz, e agora?

Não é difícil perceber quando o autor expõe vida cotidiana das pessoas modernas como a infelicidade que não percebemos.  As atividades tidas como normais em nossos dias, podem ser consideradas nada mais que distrações para a mente , métodos de desligamento da realidade que cerca o indivíduo.


O autor reflete ainda em como podemos conquistar a felicidade numa sociedade civilizada. Deixando bem claro que não se pode comparar essa infelicidade cotidiano e abatida com a infelicidade de tragédias. Pois, as varias tragédias que podem recair sobre o ser humano vão afetá-lo em diferentes graus de tristeza.

Então, o que fazer agora que me descobri infeliz? Deve-se pensar que talvez haja uma cura, pois a infelicidade é nada mais que um estado de animo, e portanto mutável e em constante transformação.

3. Pecando

Neste momento vemos o que o autor nomeia os três tipo de introspecção que podem nascer dentro da mente humana e influenciam com a forma de interagir com o mundo.


A primeira é o “pecador”, este conceito não está tão ligado a ideia de religião mais sim a de pessoa que se achar vítima do mundo nao pensa em melhorar, mas em continuar pecando de forma indiscriminada.

Este indivíduo almeja apenas a aprovação materna, porém muitas este está fora de seu alcance e ele então se vê pecando, ele desce em uma espiral sem controle e dessa maneira é infeliz.



4. Espelho, espelho meu



O segundo tipo narrado no livro é o narcisista, estas pessoas não conseguem “perceber” ninguém importante além deles mesmos.


Estão ligados intimamente com seus próprios desejos que não conseguem ver o outro de nenhum maneira. Sendo assim, não se importam de passar por cima dos sonhos alheios se isto lhes trouxerem o que querem.

São infelizes pois sempre acham que as outras pessoas deveriam notar o quantos “eles” são especiais e dignos de devoção e quando estes não recebem essa especiais ficam frustrados e desgostosos.

5. Heil Hitler!



Chegamos ao último tipo aqui discutido, o megalomaníaco. Quando o indivíduo em questão acredita que a felicidade está ligada ao poder que ele possui.

Eles só conseguem enxergar a felicidade como algo a ser conquistado por todos os meios possíveis, mas também não percebem quando este poder passou dos limites. As grandes figuras presentes na história normalmente sofrem deste tipo de desvio de conduta. Hitler, Alexandre, Cezar e tantos outros.