terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Diário de leitura capitulo 8

Diário de Leitura do livro A conquista da Felicidade (Capitulo 8- Mania de perseguição) páginas 85 à 94.

Diário de leitura 1º dia (20/10) “A mania de perseguição é uma forma é uma forma reconhecida de loucura” (pag. 85)

#Somos todos perseguidos

Todos nós já tivemos a sensação de sermos perseguidos em alguma situação (ou realmente estávamos), mas as vezes a gente exagera na “dose”, pode ser simples fruto da imaginação.
Uma experiência que pode levar a loucura ou pode se deixar o tempo passar e tudo se acalma novamente.
Todo nós somos realmente perseguidos em algum momento da vida, mas não por todo mundo não o tempo todo e se essa é sua natureza pode estar acontecendo algo um pouco mais grave...

Diário de leitura 2º dia (25/10) “... O que acaba despertando as suspeitas do ouvinte é a verdadeira multidão de pessoas ruins que o sofredor teve a desgraça de conhecer... (pag. 85)

#Vitimização

A vida prega algumas peças e as vezes pode “machucar”, nesse caso temos duas possibilidades fazer algo ou ser vítima.
As pessoas tem mania de potencializar suas tragédias e alguns diálogos são verdadeiros duelos de titãs para saber que desgraça é maior.
Sim, acredito que exista maus tratos perseguição, depressão, arrependimento e até desgraças irreversíveis.
Mas na vida da pessoa que se faz de vítima é uma somatória das mazelas humanas.
E o que ela não consegue enxergar é o obvio, você é só mais um não único e que todo mundo é vítima de alguma coisa em algum lugar.
O que ela não percebe é que a culpa de muita coisa é dela mesma.

Diário de leitura 3º dia (31/10) “...É inteiramente impossível estarmos felizes se achamos que todo mundo nos trata mal. (pag. 86).

#A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser (Homer Simpson).

Todos nós sempre temos a desculpa perfeita para as situações da vida e alguns essa desculpa são sempre culpa do próximo aumentando a vitimização da mesma.
Para essas pessoas os outros sempre estão errados e tem uma visão destorcida sobre elas.
Mal dizem do próximo e a culpa de encrencas, sofrimento, solidão e até de doenças sempre será do outro. E aquele que falar “mal” delas será “demonizado”, por aquele que tanto sofre.
Ainda que sejam amigos, familiares, colegas de trabalhos e até profissionais da saúde.
Todos nós nos amamos profunda e lindamente, sim todo mundo o mundo todo ama a si mesmo de maneira completamente egoísta.
É um sofrimento quando sabemos que alguém falou sobre nós um jeito que não somos (pelo menos não na nossa própria visão) descobrimos que o outro não nos ama tanto quanto gostaríamos ou idealizamos.
Temos o poder magico de detectar graves defeitos no outro, mas nós mesmos somos perfeitos e se temos consciência de algum defeito que nunca será grave é completamente justificável.
Existem alguns de nós que coloca a culpa de não ter sucesso profissional na circunstância, Deus, o colega de trabalho...e não vê que é sua ineficiência ou falta de conhecimento...
Sabemos que existe problemas, doenças incuráveis, pessoas psicopáticas e tem prazer em ver e fazer o outro sofrer. A humanidade em geral sempre foi doente e triste.

Diário de leitura 4º dia (05/11) “A mania de perseguição lança sempre suas raízes em uma concepção exagerada de nossos próprios méritos” (pag. 87).

#Fez Porquê...

Algumas pessoas só fazem o bem, dedicam-se ao próximo e até são excelentes amigos para todas horas para ter reconhecimento e certo poder sobre os outros.
A fala após um ato generoso é: Você me deve um favor e se precisam das pessoas por algum motivo ela não recebe essa ajuda é preferível a morte à ingratidão. Nós idealizamos “o príncipe no cavalo branco que vai salvar a bela donzela”, algum tempo depois a outra se revela... não, ela só não é o que nós idealizamos e não enxergamos que ela tem defeitos e pode nos magoar de vez em quando.
Vamos lá você pode estar pensando que a culpa da minha vida ser trágica é minha...
Sim, 90% ou mais da sua desgraça, desgosto, falta de amor e até muitas doenças são culpa exclusivamente nossa e isso é inegável.

Diário de leitura 5º dia (06/11)

#Cuide (bem) da sua vida (Pag. 90)

Extraída do livro 4 lições valiosas para termos uma vida saudável e feliz, longe de mazelas e desgraças que o mundo supostamente escolheu você para vive-las.
Primeiro: Seus motivos para ajudar nem sempre são tão altruístas quanto lhe parecem.
Segunda: Não superestime seus próprios méritos.
Terceira: Não espere que os outro se interessem por você tanto quanto você se interessa por si mesmo.
Quarta: Não creia que as pessoas pensam tanto em você a ponto de ter um interesse especial em persegui-lo.

Diário de leitura 6º dia (15/11) “ As satisfações baseadas no auto engano nunca são sólidas e, por mais desagradável que seja a verdade, é melhor enfrenta la de uma vez por todas acostumar- se e dedicar- se a construir sua vida de acordo com ela” (pag.94)

#Faça tudo para ser feliz...

Depois de ler o capítulo 8 (Mania de perseguição) do livro A conquista da felicidade de Bertrand Russel, ressalvo algumas conclusões e considerações exposta neste último capítulo.
1º Faça por você e não se importe com a opinião alheia; A menos que prejudique o outro ninguém vai se importar com suas atitudes, aliás eles nem lembram que você existe,
2º Faça pelo próximo; Sim ajudar ao outro sob qualquer aspecto traz felicidade, essa atitude nos torna útil passamos a pertencer ao mundo, não apenas ser mais um.
3º Não as pessoas não estão te perseguindo e existe sim a maldade alheia e realmente as pessoas até podem te prejudicar de alguma forma, mas é passageiro e muitas vezes o outro nem sabe o que fez.
4º Assuma sua responsabilidade, pedir desculpa e assumir que estava errado de vez em quando é excelente para o crescimento espiritual, mas não se culpe por tudo também, as pessoas são neuróticas sempre tem culpa ou psicóticas a culpa é sempre do outro, tente achar um equilíbrio entre os dois para ter mais saúde e conhecimento real das suas atitudes.

Se assuma como você é, máscaras caem e você será tido como falso e perderá a confiança de muitas pessoas que realmente importam para você. A última reflexão é seja feliz e lembre-se que tudo depende só de você. Tome uma atitude agora ou cale-se para sempre.

domingo, 15 de novembro de 2015

Autoretrato - Marina Correia Dantas

Eu


Nos livros me encontrei
Nos livros me criei
Nos livros eu chorei
Nos livros imaginei

Foram muitos os que não li
Serão muitos ainda a serem lidos
Muitos a serem escritos
Talvez até o meu terá nascido

Minha imaginação me confunde
Me leva para mundos e me esquece
Me deixa navegar sem um rumo
Não que exista um caminho que volte

Será que um dia, cansada e deprimida
Ainda consiga lembrar de todos
Cada trama cada plano?
Deixarei a resposta para o futuro
Pois, agora, ganhei mais um pedaço deste mundo estranho.


Diário de Leitura - A Conquista da Felicidade
Tema: 1 - O que torna as pessoas infelizes?

1. Quando começar a ler um livro?
2. Então sou infeliz, e agora?
3. Pecando
4. Espelho, espelho meu
5. Heil Hitler!

 Acadêmico - Proposta de atividade vinculada à disciplina Semântica e Pragmática,    realizado em 2015 pela aluna Marina Correia Dantas com orientação da Professora Deborah Domes de Paula, sob a coordenação da Professora Joana Ormundo. Curso de Letras - Bacharelado - Campus Vergueiro - Universidade Paulista - São Paulo.

1. Quando começar a ler um livro?


Pergunta difícil. Enquanto olho para a capa roxa de meu livro, tento pensar em como ler este livro. As vezes parece muito fácil, apenas abrir o livro na primeira pagina onde começa a história e seguir em frente.

Ou posso querer prestar atenção aos detalhes, o prefacio, o índice, qual é a editora. Um livro não é um elemento sozinho, existem muitas etapas até termos um livro em mãos.

A primeira coisa que noto é o título da obra que estudamos: Conquista da Felicidade. Será que este livro me ensina a ser feliz? Será que vai me levar a acreditar que já sou feliz e não sabia? Será que ele fala sobre o que nos leva a felicidade. Abro o livro e procuro meu capítulo: 1. O que torna as pessoas infelizes?

Para descobrir terei que começar a ler.

2. Então sou infeliz, e agora?

Não é difícil perceber quando o autor expõe vida cotidiana das pessoas modernas como a infelicidade que não percebemos.  As atividades tidas como normais em nossos dias, podem ser consideradas nada mais que distrações para a mente , métodos de desligamento da realidade que cerca o indivíduo.


O autor reflete ainda em como podemos conquistar a felicidade numa sociedade civilizada. Deixando bem claro que não se pode comparar essa infelicidade cotidiano e abatida com a infelicidade de tragédias. Pois, as varias tragédias que podem recair sobre o ser humano vão afetá-lo em diferentes graus de tristeza.

Então, o que fazer agora que me descobri infeliz? Deve-se pensar que talvez haja uma cura, pois a infelicidade é nada mais que um estado de animo, e portanto mutável e em constante transformação.

3. Pecando

Neste momento vemos o que o autor nomeia os três tipo de introspecção que podem nascer dentro da mente humana e influenciam com a forma de interagir com o mundo.


A primeira é o “pecador”, este conceito não está tão ligado a ideia de religião mais sim a de pessoa que se achar vítima do mundo nao pensa em melhorar, mas em continuar pecando de forma indiscriminada.

Este indivíduo almeja apenas a aprovação materna, porém muitas este está fora de seu alcance e ele então se vê pecando, ele desce em uma espiral sem controle e dessa maneira é infeliz.



4. Espelho, espelho meu



O segundo tipo narrado no livro é o narcisista, estas pessoas não conseguem “perceber” ninguém importante além deles mesmos.


Estão ligados intimamente com seus próprios desejos que não conseguem ver o outro de nenhum maneira. Sendo assim, não se importam de passar por cima dos sonhos alheios se isto lhes trouxerem o que querem.

São infelizes pois sempre acham que as outras pessoas deveriam notar o quantos “eles” são especiais e dignos de devoção e quando estes não recebem essa especiais ficam frustrados e desgostosos.

5. Heil Hitler!



Chegamos ao último tipo aqui discutido, o megalomaníaco. Quando o indivíduo em questão acredita que a felicidade está ligada ao poder que ele possui.

Eles só conseguem enxergar a felicidade como algo a ser conquistado por todos os meios possíveis, mas também não percebem quando este poder passou dos limites. As grandes figuras presentes na história normalmente sofrem deste tipo de desvio de conduta. Hitler, Alexandre, Cezar e tantos outros.