terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Autoretrato Desyrre


Ela (eu) sempre renascemos!




A conquista da Felicidade





Proposta de atividade vinculada à disciplina Semântica e Pragmática realizada pela aluna Desyrrê Curtarello da Silva com orientação da professora Deborah Gomes de Paula e sob a coordenação da professora Joana Ormundo do curso de letras- campus Vergueiro da Universidade Paulista- Unip/ SP.

Diário de leitura capitulo 8

Diário de Leitura do livro A conquista da Felicidade (Capitulo 8- Mania de perseguição) páginas 85 à 94.

Diário de leitura 1º dia (20/10) “A mania de perseguição é uma forma é uma forma reconhecida de loucura” (pag. 85)

#Somos todos perseguidos

Todos nós já tivemos a sensação de sermos perseguidos em alguma situação (ou realmente estávamos), mas as vezes a gente exagera na “dose”, pode ser simples fruto da imaginação.
Uma experiência que pode levar a loucura ou pode se deixar o tempo passar e tudo se acalma novamente.
Todo nós somos realmente perseguidos em algum momento da vida, mas não por todo mundo não o tempo todo e se essa é sua natureza pode estar acontecendo algo um pouco mais grave...

Diário de leitura 2º dia (25/10) “... O que acaba despertando as suspeitas do ouvinte é a verdadeira multidão de pessoas ruins que o sofredor teve a desgraça de conhecer... (pag. 85)

#Vitimização

A vida prega algumas peças e as vezes pode “machucar”, nesse caso temos duas possibilidades fazer algo ou ser vítima.
As pessoas tem mania de potencializar suas tragédias e alguns diálogos são verdadeiros duelos de titãs para saber que desgraça é maior.
Sim, acredito que exista maus tratos perseguição, depressão, arrependimento e até desgraças irreversíveis.
Mas na vida da pessoa que se faz de vítima é uma somatória das mazelas humanas.
E o que ela não consegue enxergar é o obvio, você é só mais um não único e que todo mundo é vítima de alguma coisa em algum lugar.
O que ela não percebe é que a culpa de muita coisa é dela mesma.

Diário de leitura 3º dia (31/10) “...É inteiramente impossível estarmos felizes se achamos que todo mundo nos trata mal. (pag. 86).

#A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser (Homer Simpson).

Todos nós sempre temos a desculpa perfeita para as situações da vida e alguns essa desculpa são sempre culpa do próximo aumentando a vitimização da mesma.
Para essas pessoas os outros sempre estão errados e tem uma visão destorcida sobre elas.
Mal dizem do próximo e a culpa de encrencas, sofrimento, solidão e até de doenças sempre será do outro. E aquele que falar “mal” delas será “demonizado”, por aquele que tanto sofre.
Ainda que sejam amigos, familiares, colegas de trabalhos e até profissionais da saúde.
Todos nós nos amamos profunda e lindamente, sim todo mundo o mundo todo ama a si mesmo de maneira completamente egoísta.
É um sofrimento quando sabemos que alguém falou sobre nós um jeito que não somos (pelo menos não na nossa própria visão) descobrimos que o outro não nos ama tanto quanto gostaríamos ou idealizamos.
Temos o poder magico de detectar graves defeitos no outro, mas nós mesmos somos perfeitos e se temos consciência de algum defeito que nunca será grave é completamente justificável.
Existem alguns de nós que coloca a culpa de não ter sucesso profissional na circunstância, Deus, o colega de trabalho...e não vê que é sua ineficiência ou falta de conhecimento...
Sabemos que existe problemas, doenças incuráveis, pessoas psicopáticas e tem prazer em ver e fazer o outro sofrer. A humanidade em geral sempre foi doente e triste.

Diário de leitura 4º dia (05/11) “A mania de perseguição lança sempre suas raízes em uma concepção exagerada de nossos próprios méritos” (pag. 87).

#Fez Porquê...

Algumas pessoas só fazem o bem, dedicam-se ao próximo e até são excelentes amigos para todas horas para ter reconhecimento e certo poder sobre os outros.
A fala após um ato generoso é: Você me deve um favor e se precisam das pessoas por algum motivo ela não recebe essa ajuda é preferível a morte à ingratidão. Nós idealizamos “o príncipe no cavalo branco que vai salvar a bela donzela”, algum tempo depois a outra se revela... não, ela só não é o que nós idealizamos e não enxergamos que ela tem defeitos e pode nos magoar de vez em quando.
Vamos lá você pode estar pensando que a culpa da minha vida ser trágica é minha...
Sim, 90% ou mais da sua desgraça, desgosto, falta de amor e até muitas doenças são culpa exclusivamente nossa e isso é inegável.

Diário de leitura 5º dia (06/11)

#Cuide (bem) da sua vida (Pag. 90)

Extraída do livro 4 lições valiosas para termos uma vida saudável e feliz, longe de mazelas e desgraças que o mundo supostamente escolheu você para vive-las.
Primeiro: Seus motivos para ajudar nem sempre são tão altruístas quanto lhe parecem.
Segunda: Não superestime seus próprios méritos.
Terceira: Não espere que os outro se interessem por você tanto quanto você se interessa por si mesmo.
Quarta: Não creia que as pessoas pensam tanto em você a ponto de ter um interesse especial em persegui-lo.

Diário de leitura 6º dia (15/11) “ As satisfações baseadas no auto engano nunca são sólidas e, por mais desagradável que seja a verdade, é melhor enfrenta la de uma vez por todas acostumar- se e dedicar- se a construir sua vida de acordo com ela” (pag.94)

#Faça tudo para ser feliz...

Depois de ler o capítulo 8 (Mania de perseguição) do livro A conquista da felicidade de Bertrand Russel, ressalvo algumas conclusões e considerações exposta neste último capítulo.
1º Faça por você e não se importe com a opinião alheia; A menos que prejudique o outro ninguém vai se importar com suas atitudes, aliás eles nem lembram que você existe,
2º Faça pelo próximo; Sim ajudar ao outro sob qualquer aspecto traz felicidade, essa atitude nos torna útil passamos a pertencer ao mundo, não apenas ser mais um.
3º Não as pessoas não estão te perseguindo e existe sim a maldade alheia e realmente as pessoas até podem te prejudicar de alguma forma, mas é passageiro e muitas vezes o outro nem sabe o que fez.
4º Assuma sua responsabilidade, pedir desculpa e assumir que estava errado de vez em quando é excelente para o crescimento espiritual, mas não se culpe por tudo também, as pessoas são neuróticas sempre tem culpa ou psicóticas a culpa é sempre do outro, tente achar um equilíbrio entre os dois para ter mais saúde e conhecimento real das suas atitudes.

Se assuma como você é, máscaras caem e você será tido como falso e perderá a confiança de muitas pessoas que realmente importam para você. A última reflexão é seja feliz e lembre-se que tudo depende só de você. Tome uma atitude agora ou cale-se para sempre.

domingo, 15 de novembro de 2015

Autoretrato - Marina Correia Dantas

Eu


Nos livros me encontrei
Nos livros me criei
Nos livros eu chorei
Nos livros imaginei

Foram muitos os que não li
Serão muitos ainda a serem lidos
Muitos a serem escritos
Talvez até o meu terá nascido

Minha imaginação me confunde
Me leva para mundos e me esquece
Me deixa navegar sem um rumo
Não que exista um caminho que volte

Será que um dia, cansada e deprimida
Ainda consiga lembrar de todos
Cada trama cada plano?
Deixarei a resposta para o futuro
Pois, agora, ganhei mais um pedaço deste mundo estranho.


Diário de Leitura - A Conquista da Felicidade
Tema: 1 - O que torna as pessoas infelizes?

1. Quando começar a ler um livro?
2. Então sou infeliz, e agora?
3. Pecando
4. Espelho, espelho meu
5. Heil Hitler!

 Acadêmico - Proposta de atividade vinculada à disciplina Semântica e Pragmática,    realizado em 2015 pela aluna Marina Correia Dantas com orientação da Professora Deborah Domes de Paula, sob a coordenação da Professora Joana Ormundo. Curso de Letras - Bacharelado - Campus Vergueiro - Universidade Paulista - São Paulo.

1. Quando começar a ler um livro?


Pergunta difícil. Enquanto olho para a capa roxa de meu livro, tento pensar em como ler este livro. As vezes parece muito fácil, apenas abrir o livro na primeira pagina onde começa a história e seguir em frente.

Ou posso querer prestar atenção aos detalhes, o prefacio, o índice, qual é a editora. Um livro não é um elemento sozinho, existem muitas etapas até termos um livro em mãos.

A primeira coisa que noto é o título da obra que estudamos: Conquista da Felicidade. Será que este livro me ensina a ser feliz? Será que vai me levar a acreditar que já sou feliz e não sabia? Será que ele fala sobre o que nos leva a felicidade. Abro o livro e procuro meu capítulo: 1. O que torna as pessoas infelizes?

Para descobrir terei que começar a ler.

2. Então sou infeliz, e agora?

Não é difícil perceber quando o autor expõe vida cotidiana das pessoas modernas como a infelicidade que não percebemos.  As atividades tidas como normais em nossos dias, podem ser consideradas nada mais que distrações para a mente , métodos de desligamento da realidade que cerca o indivíduo.


O autor reflete ainda em como podemos conquistar a felicidade numa sociedade civilizada. Deixando bem claro que não se pode comparar essa infelicidade cotidiano e abatida com a infelicidade de tragédias. Pois, as varias tragédias que podem recair sobre o ser humano vão afetá-lo em diferentes graus de tristeza.

Então, o que fazer agora que me descobri infeliz? Deve-se pensar que talvez haja uma cura, pois a infelicidade é nada mais que um estado de animo, e portanto mutável e em constante transformação.

3. Pecando

Neste momento vemos o que o autor nomeia os três tipo de introspecção que podem nascer dentro da mente humana e influenciam com a forma de interagir com o mundo.


A primeira é o “pecador”, este conceito não está tão ligado a ideia de religião mais sim a de pessoa que se achar vítima do mundo nao pensa em melhorar, mas em continuar pecando de forma indiscriminada.

Este indivíduo almeja apenas a aprovação materna, porém muitas este está fora de seu alcance e ele então se vê pecando, ele desce em uma espiral sem controle e dessa maneira é infeliz.



4. Espelho, espelho meu



O segundo tipo narrado no livro é o narcisista, estas pessoas não conseguem “perceber” ninguém importante além deles mesmos.


Estão ligados intimamente com seus próprios desejos que não conseguem ver o outro de nenhum maneira. Sendo assim, não se importam de passar por cima dos sonhos alheios se isto lhes trouxerem o que querem.

São infelizes pois sempre acham que as outras pessoas deveriam notar o quantos “eles” são especiais e dignos de devoção e quando estes não recebem essa especiais ficam frustrados e desgostosos.