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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Plano de aula

Plano de aula.
Disciplina:
Língua Portuguesa/ literatura.
Tema da aula:
Blog/pag. no facebook sobre arcadismo (literatura em Portugal no século XVIII), obras e sociedade.
Duração:
4 aulas (50 minutos de duração cada aula).
Publico alvo:
Alunos do 1º ano do ensino médio (faixa etária 14 anos aproximadamente).
Conteúdo:
Conteúdo histórico
- características do período literário
-autor e obra (A negra fúria ciúmes e Prazer. Efêmero)
-comparação com a língua atual e da época com as novas mídias
Objetivo:
Apresentar novos horizontes literários e uma linguagem além do senso comum, comparando a língua escrita/ falada atual com a língua da época.
Mostrar a evolução da sociedade e a influencia em seu cotidiano.
Justifica:
Incentivar o aluno a buscar no passado respostas para um presente adequado e um futuro melhor é dever de todo educador.
Ao trazer a literatura e texto consagrados e apontar compreensão da sociedade hoje através modos e costumes, dispersando o aluno para  além  das  paredes escolares usando ferramentas altamente conhecidas ( como blog e facebook), podemos aproximar os dois  mundos de modo dinâmico e de fácil compreensão.
Metodologia e didática:
Os textos apresentados serão do mesmo movimentos  (arcadismo), Bocage , apresentando ao aluno versões mais atuais e outras típicas do século XVIII, juntamente a dicionários e traduções dos próprios. Uso do Facebook.
Critérios de avaliação:
-Debate e montagem de um julgamento sobre autor e a sociedade da época ;
-Montar fórum no blog para que os alunos possam discutir sobre o assunto;
-Prova escrita;
-Prova oral.
Bibliografia:
Massaud  Moises : A literatura  portuguesa, Cutrix 36º Ed . /2008.
Cereja Willian , Cocha Tereza: Literatura portuguesa, Atual 3º Ed./2009.
Saraiva José Antôni: Iniciação a literatura portuguesa, Comp. Das Letras 2º Ed./2001.
  

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Bocage - Poema Sobre Ciúmes

A Negra Fúria Ciúme

Morre a luz, abafa os ares 
Horrendo, espesso negrume, 
Apenas surge do Averno 
A negra fúria Ciúme. 

Sobre um sólio cor da noite 
Jaz dos Infernos o Nurne, 
E a seus pés tragando brasas 
A negra fúria Ciúme. 

Crespas víboras penteia, 
Dos olhos dardeja lume, 
Respira veneno e peste 
A negra fúria Ciúme. 

Arrancando à Morte a fouce 
De buído, ervado gume, 
Vem retalhar corações 
A negra fúria Ciúme. 

Ao cruel sócio de Amor 
Escapar ninguém presume, 
Porque a tudo as garras lança 
A negra fúria Ciúme. 

Todos os males do Inferno 
Em si guarda, em si resume 
O mais horrível dos monstros, 
A negra fúria Ciúme. 

Amor inda é mais suave, 
Que das rosas o perfume, 
Mas envenena-lhe as graças 
A negra fúria Ciúme. 

Nas asas de Amor voamos 
Do prazer ao áureo cume, 
Porém de lá nos arroja 
A negra fúria Ciúme. 

Do férreo cálix da Morte 
Prova o funesto azedume 
Aquele a quem ferve n'alma 
A negra fúria Ciúme. 

Do escuro seio dos fados 
Saltam males em cardume: 
O pior é o que eu sofro, 
A negra fúria Ciúme. 

Dos imutáveis destinos 
Se lê no idoso volume 
Quantos estragos tem feito 
A negra fúria Ciúme. 

Amor inda brilha menos 
Do que sutil vagalume, 
Por entre as sombras que espalha 
A negra fúria Ciúme. 

Bocage, in 'Quadras' 

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Bocage - Contexto Histótico

BOCAGE

Se é possível falar em um homem entre fronteiras, esse homem é Bocage: o das anedotas sujas e criações obscenas ao lado de poemas sensíveis, plenos de confissões amorosas, amargura e sofrimento, e mais: um homem situado entre dois mundos, entre as regras rígidas de um Arcadismo decadente, refletindo um mundo racional, ordenado e concreto, e a liberdade de um Romantismo ascendente, quando a literatura se abre à individualidade e à renovação. Bocage é um homem do seu tempo e à frente do seu tempo.
Esse é o tempo de Manuel Maria l’Hedoux Barbosa du Bocage, segundo filho do advogado José Luís Soares Barbosa e de Mariana Joaquina Xavier Lestof du Bocage, que nasce em Setúbal, em 15 de setembro de 1765.
Aos dezesseis anos, o jovem e brilhante Ma­nuel Maria é já militar em sua cidade natal, trocando-a, em 1783, por Lisboa, ao alistar-se no corpo da Marinha Real. A idéia, entretanto, de um futuro promissor logo se desfaz em favor da sedução da ociosidade dos botequins e de uma vida de boêmia, por onde circulam fidalgos e frades alucinados, gente de vida fácil e amores incon­táveis: de Marília, Tirsália, Jônia, Nise, entre outras, até chegar a Gertrude, a Gertrúria da Arcádia. É quando os poemas de especial sensibilidade surgem, lado a lado, com as improvisações não raro obscenas.
É por amor a Gertrude que, em 1786, Bocage parte para a Índia, com passagem pelo Rio de Janeiro. Vive dois anos em Goa, dois anos de grande decepção com a pior das terras, a que chama de esta república de loucos, de profundas saudades de Portugal, da margem deleitosa do Tejo e, sobretudo, de enlou­quecedor ciúme de Gertrude 
Em 1789, promovido a tenente de infantaria, é colocado em Damão, mas, apenas dois dias depois da chegada, deserta. E após um breve envolvimento com uma mundana famosa, Ana Jacques Manteguí, parte para Macau, quando conhece, ao lado da nostalgia da pátria, e da ausência de Getrude – Adeja, coração, vai ter aos lares,/ Ditosos lares, que Gertrúria pisa; [...] Dize-lhe, que do tempo o leve giro/ Não faz abalo em ti, não faz mudança,/ Que ainda lhe és fiel neste retiro – , a miséria.
Finalmente, em 1790, com 25 anos, Bocage consegue ajuda para regressar a Lisboa, onde a predesti­nação se confirma: vive a grande desilusão de encontrar a amada Gertrude casada com o seu irmão mais velho. Daí a retomar a vida boêmia e desregrada, entre botequins e tertúlias, foi apenas um passo.
A novidade fica por conta do ingresso na Academia Literária Nova Arcádia, cujos encontros são realizados nos salões da casa do conde Pombeiro. Não tarda, entretanto, para que essas quartas-feiras de Lerenosejam satirizadas pela irreverência do seu temperamento, e nisso Bocage é implacável. Primeiro, ataca seu presidente, depois, os seus pares mais notáveis; trava-se, então, uma verdadeira guerra verbal e os insultos beiram a obscenidade.
Em 1791, Bocage publica o primeiro tomo das Rimas, firmando a sua reputação poética, mas as composições satíricas e eróticas continuam a desferir profundos golpes na moral, na política e na religião vigentes. A situação torna-se insustentável, o poeta é expulso da Nova Arcádia e, três anos mais tarde, em 1797, é preso e processado pelas irreve­rências antimonárquicas e antica­tólicas, acusado por conspirar contra a segurança do Estado e pela autoria de papéis ímpios, sediciosos e críticos. Primeiramente recolhido à cadeia do Limoeiro, é, depois, por influência de amigos e mediante muitas súplicas e retratações, transferido para o mosteiro de São Bento e deste para o mosteiro dos Oratorianos. Retira-se a acusação contra o Estado, permanecendo apenas contra a religião, o que é considerado um delito de menor gravidade.
O ano de 1799 marca o regresso do poeta à liberdade, quando se entrega ao álcool, ao tabaco e ao trabalho, publicando o segundo tomo de Rimas. Já, então, os excessos de toda a sua vida se fazem sentir e um aneurisma coloca-o, definitivamente, no leito. Em 1804, é publicado o terceiro volume de Rimas e, um ano mais tarde, em 21 de dezembro de 1805, aos 40 anos, Bocage morre em Lisboa. Diz-se que reconciliado com seus inimigos e com Deus, mas dificilmente reconciliado consigo próprio. Folgará de viver, quando não passa/ Nem um momento em paz, quando a amargura,/ O coração lhe arranca e despedaça?// Ah! Só deve agradar-lhe a sepultura/ Que a vida para os tristes é desgraça/ “A morte para os tristes é ventura”. Foi um desadaptado na vida e no tempo. O Elmano Sadino – este foi o pseudônimo adotado por Bocage na Nova Arcádia; Elmano é anagrama de Manoel, e Sadino, aquele que mora perto do rio Sado, que passa em sua cidade natal – é um romântico por temperamento.
Didaticamente apontam-se três fases para a poe­sia bocagiana: a da mentira arcádica, a da confissão amorosa escrita sob as regras árcades e a dos poemas curtos, de sofrimento e morte. Na verdade, as três se interpenetram. Pela capacidade, Manuel Maria du Bocage está à frente dos escritores do seu tempo, mas representa bem o Arcadismo pelo domínio do lirismo geral e amoroso de sua poética.
Embora dominasse as regras da poesia árcade, o temperamento irrequieto e insatisfeito de Bocage fez com que se afastasse dela quando quis. Na verdade, ele é a personalidade mais representativa de uma crise que, mais do que gosto e estilo, atinge o próprio teor da vida literária e os preceitos arcádicos e iluministas.
Homem de sentimentos desmedidos, irrita­diço, insatisfeito com a ideologia político-religiosa, impulsivo e ciumento, Bocage projeta-se inteiro em sua cria­ção. Cultiva a poesia satírica e a lírica, em forma de idílios, enaltecendo a vida rústica bem ao gosto árcade, odes, em que se destacam as dirigidas à Virgem Santíssima, epigramas, canções amorosas com excessivo apoio mitológico, cantatas, canço­netas, epístolas etc. São, entretanto, os sonetos o ponto mais alto da inspiração poética‚ o que melhor expressa a dimensão do talento e o que melhor evidencia a trajetória estética e humana de Bocage: dos preceitos árcades à liberação dos sentimentos reprimidos ou egotistas, coincidentes com um Romantismo em ascensão.
Ao longo dos sonetos, e há mais de 400, a par dos satíricos, existe um percurso definido cujo ponto inicial é marcado pela Arcádia e daí para a confissão amorosa e amarga, mas ainda presa à alego­rização, à mitologia, à contenção racional, uma libertação que não é, enfim, total. Assim, pode-se dizer que predomina, no conjunto da obra, o impulso romântico sobre reminiscências neoclássicas, onde, via de regra, o poeta não consegue desvincular-se da fraseologia árcade e da influência camoniana. 
Assim, se o entre-fronteiras é a marca de Bocage na história da Literatura Portuguesa, se sua poesia é o encontro que assinala a decadência de um estilo – árcade – e o limiar de outro – romântico –, o exercício da arte e a dimensão humana que daí avulta colocam esse criador de anedotas sujas e de poemas obscenos, nessa mesma história, como mestre do soneto ao lado de Antero de Quental e, enfim, como perseguiu a sua vida inteira, ao lado de Luís de Camões.
Texto da apresentação do livro O delírio amoroso, L&PM POCKET, por Jane Tutikian

Obras de Bocage


Cantiga à Morte de D. Inêz de Castro
O Triunfo da Religião
A Virtude Laureada
A Pavorosa Ilusão
Poesias
Elegia
Mágoas Amorosas de Elmano
Improvisos de Bocage
Convite à Marília
Pavorosa Ilusão da Eternidade
Pena de Talião
À Puríssima Conceição de Nossa Senhora
À Morte de Leandro e Hero
Queixumes do Pastor Elmano Contra a Falsidade da Pastora Urselina

Para outras informações e analises de sua obra visite o Blog:

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Projeto Bocage - Contexto Histórico


Arcadismo/ Bocage/ Pré- romantismo


No séc. XVIII as transformações que ocorriam no plano político social –o fortalecimento em ascensão da burguesia, o aparecimento dos filósofos iluministas, o combate contra reforma entre outras, exigiam dos artistas uma arte que atendesse as necessidades de expressão do ser humano naquele momento.
O Neoclassicismo também conhecido como Arcadismo foi a resposta artística que a burguesia pode dar a essa necessidade.
*O romantismo nasceu da arcádia
*Pertenceu a arcádia portuense Paulino Antônio Cabral (1719-1789)
*Sua poesia é uma espécie de rimado de uma experiência exaltada e atribulada especialmente do ponto de vista erótico mas também social e satírico.
O carioca Domingos Caldas Barbosa que adaptou o nome arcadismo Lereno (1738-1800) foi animador do grupo chamado Nova Arcádia com sede em Lisboa, criado em 1790 a que pertenciam Bocage e José Agostinho de Macedo.

Arcadismo em Portugal


Depois do apogeu alcançado pela nação portuguesa entre os séculos XV e XVI o país viveu um período de declínio político, econômico e cultural que se estendeu por todo o século XVIII. Com a chegada das ideias iluministas, Portugal se renovou e se modernizou. Na literatura teve grande expressão Manoel Maria de Bocage, um dos maiores poetas portugueses de todos os tempos.

Academias literárias.


Foram criadas com o objetivo promover debates permanentes sobre artistas, avaliar a produção de seus afiliados e facilitar a publicação de suas obras.
Portugal contou com duas academias árcades Arcádias lusitanas que efetivamente deu início ao movimento e a Nova Arcádia que contou com o maior poeta português do século XVIII : Bocage.
 

Manuel Maria du Bocage (1765-1805)


Membro da Nova Arcádia, teve uma vida aventureira e inquieta que ele próprio comparou com a de Camões.
 
Camões grande Camões quão semelhante
Acho meu fado ao teu os cotejo
Igual causa nos fez, pertencer o Tejo
Arrostar co sacrilégio gigante.
Como tu junto ao Ganges sussurrantes
Da penúria cruel no horror me vejo,
Como tu, gostos vãos, que me vão desejo
Também carpindo estou, saudoso amante.
Ludibrio como u uma sorte dura,
Meu fim demandando ao Céu pela certeza
De que só terei paz na sepultura.
Modelo meu tu és, mas ó tristeza
Se te imito nos transes de Ventura,
Não te imito nos dons da Natureza.

Bocage foi talvez autor dos melhores sonetos da língua portuguesa depois de seu modelo, mas Camões tinha uma mente mais profunda e vasta. Bocage estava demasiado aprisionado no seu próprio eu, muito preocupado com suas paixões.
Foi grande repentista e improvisador em assembleias que marcou sua poesia. E tornou efetivamente o autor mais popular e lembrado de Portugal até os dias atuais, por facilidade de versos e vulgaridade de situações que se apresentava.
Estas qualidades todavia não se aplica a um parte de suas obras, mais disciplinadas dentro dos moldes arcádicos.

Bocage e a transição.


A importância conferida a obra de Bocage advém principalmente de nela se encontrar a tradução do movimento transitório em que o escritor viveu um período marcado por mudanças profundas, como a revolução francesa (1789) e o florescimento do romantismo. Assim a obra de Bocage não é árcade nem romântica, é uma obra de transição que apresenta simultaneamente aspectos dos dois movimentos literários.
A fase inicial da poesia de Bocage é marcada por formas e temas próprios do arcadismo: ambiente bucólico, o fugere urbem, o ideal de vida simples e alegre (aurea mediocritas), a simplicidade da clareza das ideias e da linguagem etc.

A poesia erótica de Bocage


Portugal tem uma longa tradição de poesia satírica, que remonta as poesias trovadorescas.
Bocage além de se destacado como poeta lírico, também foi um ótimo poeta satírico e erótica.
Ao voluptuoso tacto palpitante/mais e mais se arrijaram de maneira/ que os lábios não podia comprimi-los/ Meus braços nus, meu colo, eu toda estava coberta de sinais de ardentes beijos/ Os leves trajos que ainda conserva, / em vão eu quis suster: rápido impulso/ guiava Alcino: de Hercules as forças/ ali vencerá... As minhas que fariam?
 

Postagem: Dêsyrre Curtarello

segunda-feira, 21 de março de 2016

Bocage - Autoretrato




Auto-retrato


Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno;
Incapaz de assistir num só terreno, 
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos, por taça escura, 
De zelos infernais letal veneno;
Devoto incensador de mil deidades
(Digo, de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades,

Eis Bocage em quem luz algum talento;
Saíram dele mesmo estas verdades,
Num dia em que se achou mais pachorrento.

Bocage
Poesias de Bocage
Lisboa, Comunicação, 1992 (4ª ed.)



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Projeto Bocage


1. Introdução


Muitos são os autores que fazem parte da Literatura Portuguesa que podem ser

estudados, entre eles é sempre interessante ressaltar a importância de Fernando Pessoa, que de

certa forma “popularizou” o gênero poesia e foi a porta de entrada para muitas pessoas ao

mundo da Literatura Portuguesa.

Neste trabalho procuramos apresentar um autor não tão reconhecido pelo público em

geral, mas não menos importante para o gênero da poesia, de uma forma diferente e que visa

principalmente alcançar os jovens (que muitas vezes não veem na poesia um gênero

interessante ou acessível).

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2. Objetivos


Este trabalho foi dividido em dois objetivos principais, com o intuito de abranger duas

diferentes formas de estudo. No primeiro teremos os objetivos pertinentes ao Curso de

Licenciatura e no segundo ao Curso de Bacharelado.

sala de aula (Licenciatura), o outro usará os resultados obtidos como dados de pesquisa

(Bacharelado).

Os dois objetivos se completam pois enquanto um é usado como atividade prática em

2.1 Objetivo 1: Para o plano de aula

• Pesquisar os movimento literário e uma releitura das obras de Manuel do Bocage.

• Apresentar aos alunos novos horizontes literários e uma língua além do senso comum,

comparando a língua atual com a da época.

• Uma perspectiva da evolução social e influência na vida dos adolescentes.

2.2 Objetivo 2: Para pesquisa científica

• Pesquisar os movimento literário e uma releitura das obras de Manuel do Bocage.

• Apresentar o autor para novos leitores e como um autor a ser estudado;

• Criar formas diferentes de trabalhar a poesia, em confunto com as novas tecnologias de

comunicação social (Facebook, Blogs);

• Verificar novos tipos de interação entre o jovem internauta e a poesia clássica.

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3. Justificativa


Incentivar uma busca no passado resposta para um presente adequado e um futuro

melhor é dever de todo educador.

Ao apresentar textos literários é possível ter compreensão da sociedade atual através

de modismos e costumes da época despertando o leitor para além do senso comum usando

ferramentas altamente conhecidas (como blog e facebook), podemos aproximar os dois

mundos de modo mais fácil e dinâmico de compreensão.

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4. Metodologia


O publico alvo deste trabalho serão alunos de 1o a 3oano de ensino médio (faixa etária

Contexto histórico; Característica do período literário; Autor e obras; comparação

Os textos apresentados serão do escritor do mesmo movimento (arcadismo), Bocage

Será criada um espaço no site de relacionamento Facebook onde serão postadas frases

Através do Facebook serão feitas comparações da linguagem atual utilizada na internet

(GIFs, memes) e o blog para difundir informações mais formais sobre o período e o autor

estudado.

Depois utilizaremos métodos de avaliação para verificar o quanto foi absorvido pelos

alunos em forma de participação desses leitores estudantes em debatesse mesas redondas.

Pesquisa e conclusão sobre o autor e análise de suas maiores obras e uma última prova escrita.

Em uma segunda fase, os dados coletados formarão parte de um relatório sobre a

influência da internet sobre os diferentes métodos de ensino.


Links:

BLOG: http://escrevendoomundounip.blogspot.com.br/
PÁGINA:https://www.facebook.com/#!/Bocage-Desbocado-236561886679204/